Lição 9 – Comentários

publicado em: 27/08/2012  |   12:49

Sumário

Pr. José Silvio Ferreira. 1

Sikberto Marks. 4

 

 

 

LIÇÃO 9 – EVENTOS FINAIS

Texto – 1Tessalonicenses 5:1-11

Pr. José Silvio Ferreira

Secretário Ministerial
Associação Paulistana

 
Além da preocupação dos tessalonicenses com uma possível desvantagem que teriam os cristãos falecidos, havia também a curiosidade com referência ao tempo exato em que a vinda de Cristo teria lugar. “Até quando” os leitores ainda teriam que esperar? “Exatamente quando” o Senhor chegaria? Nesta seção da epístola, o apóstolo responde à terceira inquietude dos tessalonicenses (4:9, 13), que se refere exatamente ao tempo da vinda do dia do Senhor (5:1, 2).
Ao longo de meu ministério, e já são mais de 38 anos aqui e ali, tenho encontrado irmãos sinceros com uma compreensão nem sempre correta concernente aos eventos finais. Por isso gostaria de aproveitar o ensejo do tema desta lição para apresentar uma breve “introdução” que, espero, contribua para um entendimento mais esclarecedor sobre o tema.
Deus, o Pai, conhece tudo, incluindo a data da segunda vinda de Jesus. Poderia tê-la revelado à humanidade, porém não o fez. Se o homem conhecesse “o tempo e a época”, provavelmente esperaria até o último instante anterior ao evento para então se preparar. Isso seria perigoso, porque poderia morrer antes desse momento, ou se vivesse, esperaria demais. Além disso, estar pronto para a segunda vinda de Jesus é o mesmo que ter idoneidade para ela. Mas isso leva tempo. Não é obra de um momento.
Deus não estabeleceu arbitrariamente a data da parousia. Por outro lado, os seres humanos tampouco podem apressar ou retardar essa data, pelo menos em sentido absoluto. Se os humanos pudessem em realidade apressar o advento por si mesmos, eles estariam frente à ênfase mais absurda de salvação por obras, a despeito do evangelho. Tal forma de pensar revela uma condição de segunda classe para o povo de Deus do tempo do fim.
A pura verdade é que Deus fez planos para que cada um entre no Céu. Ele ama o mundo (Jo 3:16); ama a todos por igual. Que o tempo se estenda, isso não se opõe à Sua vontade, portanto, não se opõe ao Seu amor por toda a humanidade. Ele deseja que todos sejam salvos e dá tempo para que a obra da salvação alcance sua conclusão lógica.
Leia a segunda carta de Pedro (3:9, 10), “não retarda o Senhor a Sua promessa… pelo contrário, Ele é longânimo para convosco, não querendo que nenhum pereça… virá, entretanto, como ladrão, o Dia do Senhor…”
Observe o equilíbrio entre: 1) a paciência divina e 2) a falta de preparação humana para o advento.
A escatologia, ou os eventos finais, não são apenas de uma só dimensão; ou seja, não têm a ver exclusivamente com o futuro. À luz da cruz de Cristo, eles são tridimensionais. Podemos falar do fim que “já passou”, um fim que é atual e um fim que virá. Não existe um vazio entre a promessa de vir e a demora em cumpri-la. A vinda de Cristo enche o tempo presente.
Assim como cada dia tem a saída do Sol que o precede, também a vinda do dia eterno tem uma saída do Sol. A luz dessa saída do Sol começou a se mostrar no horizonte oriental quando Jesus Se levantou da sepultura no domingo da ressurreição, continuou com a vinda do Espírito Santo no Pentecostes e se estende por toda a história. O amanhecer será mais brilhante à medida que nos aproximarmos mais e mais da vinda de Cristo, quando então veremos o Sol.
Ninguém pode deter a vinda de Cristo assim como ninguém pode impedir um amanhecer. Porque entendido apropriadamente, o evento tem três dimensões: passada, presente e futura. Focalizar apenas a dimensão futura é perder o quadro completo.

 

Qual é o panorama bíblico?
Lembre-se de que os documentos do Novo Testamento têm uma ênfase cambiante. Os escritos mais antigos, como 1 Tessalonicenses (provavelmente o primeiro documento do NT), falam de Jesus quase como se Ele já estivesse aqui (1 Ts 4:13-18, 5:4, 23). Parece que Paulo naquele tempo acreditava que estaria vivo para ver a vinda de Cristo. Porém, o Senhor lhe mostrou algo diferente, de modo que em sua segunda carta corrigiu seu otimismo anterior. Era preciso passar tempo suficiente para que se desenvolvesse um sistema falsificado anticristão, que Paulo denominou “o homem da iniquidade, o filho da perdição” (2Ts 2:1-8).
Entenda, não nos movemos para o fim, apressando-o ou atrasando-o, como se os humanos tivessem uma grande contribuição a oferecer ou como se as rédeas do tempo estivessem balançando, vindas do céu, e caíssem em nossas mãos. As mãos indignas dos humanos não foram cravadas na cruz, mas sim as dEle. Somente Ele conquistou o direito de controlar os eventos mundiais. Todos os eventos dos últimos dias saem do evento do fim, no Calvário (exposição fundamentada em “Christ is Coming!” de Norman Gulley).
Paulo nos ajuda a entender isso nesta semana. Ele afirmou que a destruição no juízo final virá sobre os que rejeitarem o evangelho e “de maneira nenhuma escaparão dela” (5:3). Porém, a ira divina não se derramará sobre a igreja, que é o objeto da salvação por meio do Senhor Jesus (5:9). De fato, ao longo de toda a passagem, o contraste se mantém entre a igreja e os inconversos, no que se refere a seu destino e sua conduta (versos 3 a 9). O propósito da exposição do tema é pastoral e não especulativo (5:11; 4:18).
Os dois lados do juízo
Se você entender corretamente a teologia bíblica do juízo, tenha certeza, sua vida religiosa será muito mais dinâmica e gratificante. O remanescente de Deus do tempo do fim necessita captar todo o impacto dos pares de livros bíblicos básicos para a compreensão do juízo divino, são eles: Levíticos e Hebreus, Daniel e Apocalipse. Essas obras inspiradas, bem como outras passagens bíblicas, ensinam a contínua defesa e intercessão do Cristo vencedor durante o juízo anterior ao advento. Os filhos de Deus devem concentrar-se em Cristo e não em si mesmos. Somente Ele pode introduzi-los no mundo vindouro.
As Escrituras descrevem os santos do tempo do fim como desnudos (Ap 3:18), assim como Adão e Eva depois da queda. Nem as folhas de figueira nem as obras humanas podem suprir sua necessidade. Somente o Cordeiro imolado é capaz de proporcionar a vestimenta, e apenas o vestido da justiça de Cristo, o vestido das bodas que o Senhor oferece será suficiente.
Lembre-se de que Deus não necessita de juízo, porque é onisciente. “Conhece o Senhor os que são Seus” (2Tm 2:19). Todavia, Ele leva a cabo o juízo em consideração aos seres criados. No juízo anterior ao advento, o Universo examina os registros das obras humanas, boas e más (Dn 7:10). Porém, mais que isso, confirma se as pessoas aceitaram ou rejeitaram a obra salvífica que Jesus realizou por elas na cruz. Sua relação com o juízo substitutivo do Salvador do pacto decide seu destino. Assim, o juízo se centraliza em Cristo e não no ser humano. O que é decisivo não é o que os homens e mulheres têm feito ou deixam de fazer por si mesmos, mas se aceitaram ou rejeitaram o que Cristo fez por eles, quando foi julgado na cruz (Jo 12:31).
O Calvário se move inexoravelmente até a libertação do povo de Deus e a destruição de seus inimigos, porque ali Cristo concretizou ambas as obras. Os dois lados do juízo, salvação e condenação, ficam claros pela autoridade do Calvário. Pela autoridade do Calvário, Cristo liberta Seus santos e destrói Satanás e todos Seus inimigos. Portanto, nosso olhar deve ir para trás, ao Calvário, e para cima, a Cristo, o intercessor, e não a nosso caráter interior. Somente Cristo pode levar a ovelha perdida de volta ao redil. Precisamente isso e nada mais determina o destino das pessoas.
Repentina e inesperada (1Ts 5:1-3).
“Vocês sabem muito bem que o dia do Senhor vem como ladrão de noite” (v. 2).
O ladrão toma o proprietário da casa de surpresa. Ele vem repentinamente e inesperadamente. Assim também será o dia do Senhor. Por isso, é inútil indagar quanto tempo falta ou quando acontecerá. A rigor, toda a característica inesperada e repentina do fim vale apenas para “os demais”, que passam pelo mundo e pela vida dormindo. Para eles, o dia do Senhor de fato vem como o ladrão.
No verso 3, aparece a expressão: “… eis que lhes sobrevirá repentina destruição…” Note a combinação de caráter repentino e a condição de despreparo. A ordem da frase confere ao adjetivo “repentino” e ao substantivo “destruição” forte ênfase.
A vantagem do cristão (1Ts 5:4, 5)
O apóstolo criou um contraste. Os “irmãos” se constituem uma nítida antítese aos homens do mundo. Estes estão “em trevas”,envolvidos e submersos nelas. É em razão dessas trevas que os descrentes não são sóbrios nem vigilantes, portanto não se acham preparados. Os cristãos, entretanto, não estão em trevas. Eles não são surpreendidos porque estão preparados (Hendriksen).
A razão pela qual o apóstolo teve a confiança de afirmar que os irmãos em Tessalônica “não [estavam] em trevas” foi expressa nas seguintes palavras: “todos vocês são filhos da luz e filhos do dia”. Ao dizer que todos os membros da comunidade são filhos da luz e do dia, o escritor destacou que nenhum deles se excluía.
A expressão “filhos de” era um modismo usado principalmente entre os hebreus, para indicar que uma pessoa ou um grupo de pessoas participava em algo ou estava em uma relação próxima com algo. Portanto, os filhos da luz são os que são da luz, quer dizer, tem sido salvos e pertencem agora à esfera da luz. A participação na luz e no dia tem implicações claras para a vida moral.
Essa nova existência como filhos da luz e do dia significa que: “não somos da noite nem das trevas”. A estrutura da frase é quiástica:

 

A. Sois filhos da luz

B.  E filhos do dia
B1.  Não somos da noite
A1. Nem das trevas.

 

Nesta estrutura os elementos B1 e A1 repetem a mesma ideia dos elementos A e B, porém em forma negativa. Mais: nos elementos B1 e A1 o autor muda da segunda para a primeira pessoa do plural. Com isso, deixa claro sua identificação com a grande comunidade cristã. Ao mesmo tempo, a mudança para as afirmações negativas enfatizam a distância que separa toda a comunidade de crentes das práticas imorais que caracterizam a vida dos inconversos (Eugenio Green).

 

Vigilância constante (1Ts 5:6-8)

Há necessidade de constante vigilância e de fervorosa e terna dedicação. Isso, porém, virá naturalmente quando o coração for guardado pelo poder de Deus, mediante a fé. Nada podemos fazer, absolutamente nada, que nos recomende ao favor divino. Não devemos absolutamente confiar em nós mesmos nem em nossas boas obras. Mas quando, como seres erradios e pecadores, nos chegamos a Cristo, encontramos descanso em Seu amor. Deus aceitará cada um dos que O buscam, confiando inteiramente nos méritos de um Salvador crucificado. O amor brota no coração. Pode não haver êxtase de sentimentos, mas haverá uma confiança duradoura e pacífica. Todo peso se tornará leve; pois leve é o jugo imposto por Cristo. O dever se torna um deleite, e um prazer o sacrifício. O caminho que antes parecia envolto em trevas, se torna iluminado pelos raios do Sol da Justiça. Isso é andar na luz, como Cristo na luz está” (Ellen G. White, Mensagens Escolhidas, v. 1, p. 353).
Encorajar uns aos outros (1Ts 5:9-11)
Até este ponto de seu ensino, Paulo focalizou o caráter distinto dos cristãos e dos descrentes diante do advento do dia do Senhor. Os ímpios dormem e se embriagam de noite, porém os cristãos, sendo do dia, se mantêm sóbrios e atentos. No verso 9, o enfoque muda. O autor passou a explicar o destino dos dois grupos: um sofrerá a ira divina e o outro receberá a salvação.
A razão pela qual os cristãos tessalonicenses podiam alimentar a esperança da salvação e ter confiança frente ao cataclismo vindouro se explica neste verso: “Deus não nos destinou para a ira, mas para alcançar a salvação mediante nosso Senhor Jesus Cristo” (v. 9).
Esta é também nossa certeza hoje. O apóstolo assegura à igreja que, embora não saiba quando virá o dia do Senhor, não tem que se preocupar porque sempre está preparada como bons soldados (v. 8), e o plano divino nunca foi para sua destruição, mas para sua salvação.
Não a ira, mas a salvação. Essa salvação tem várias dimensões, porém aqui, o aspecto que se destaca é o resgate da ira divina, do castigo da humanidade rebelde. Essa salvação é “propriedade” do cristão por causa da eleição divina e não por mérito humano. Não se ganha como um salário. Para que você não se esqueça, neste ponto o apóstolo indicou o meio pelo qual alguém é salvo: “por meio de nosso Senhor Jesus Cristo que morreu por nós”.

 

Depois de haver respondido às inquietudes dos tessalonicenses com respeito ao amor fraternal, ao destino dos mortos em Cristo e ao dia do Senhor (4:9; 5:11), Paulo então se dirigiu ao tema da liderança na congregação. Por aquele tempo, a jovem igreja cristã de Tessalônica já contava com aqueles que a dirigiam e necessitavam do respaldo apostólico para que seu ministério fosse eficaz. Esse será o tema da próxima lição.

 

O autor dos comentário deste trimestre é o Pr. José Silvio Ferreira, casado com a psicóloga Ellen Ferreira. O casal tem três filhos: Maltom Guilherme, Marlom Henrique e Mardem Eduardo. Doutor em Teologia pelo Unasp, o Pr. José Silvio já trabalhou como distrital, líder de jovens e secretário ministerial, atendendo a igreja nos Estados de Goiás, Espírito Santo, Paraná, Rio de Janeiro e São Paulo, onde atua hoje como Ministerial da Associação Paulistana. É autor do livro Cristo, Nossa Salvação.

 


O autor dos comentário deste trimestre é o Pr. José Silvio Ferreira, casado com a psicóloga Ellen Ferreira. O casal tem três filhos: Maltom Guilherme, Marlom Henrique e Mardem Eduardo. Doutor em Teologia pelo Unasp, o Pr. José Silvio já trabalhou como distrital, líder de jovens e secretário ministerial, atendendo a igreja nos Estados de Goiás, Espírito Santo, Paraná, Rio de Janeiro e São Paulo, onde atua hoje como Ministerial da Associação Paulistana. É autor do livro Cristo, Nossa Salvação.

 


 


Sikberto Marks

Lições da Escola Sabatina Mundial – Estudos do Terceiro Trimestre de 2012

Tema geral do trimestre: Epístolas aos Tessalonicenses

Estudo nº 09 –  Eventos finais(I Tess. 5:1-11)

Semana de   25 de agosto a 1º de setembro

Comentário auxiliar elaborado por Sikberto Renaldo Marks, professor titular no curso de Administração de Empresas da Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul – UNIJUÍ (Ijuí – RS)

Este comentário é meramente complementar ao estudo da lição original

www.cristovoltara.com.brmarks@unijui.edu.br – Fone/fax: (55) 3332.4868

Ijuí – Rio Grande do Sul, Brasil

 

Verso para memorizar:Nós, porém, que somos do dia, sejamos sóbrios, revestindo-nos da couraça da fé e do amor e tomando como capacete a esperança da salvação” (I Tes. 5:8).

 

Introdução de sábado à tarde

Tessalonicenses 5:1 a 11 é um trecho profético poderoso para todos os tempos, essencialmente para os nossos dias. Ele apresenta, no verso 3, um dos sinais mais notórios de que a vinda de CRISTO está próxima: “quando andarem dizendo: Paz e segurança, eis que lhes sobrevirá repentina destruição.” É o que hoje estamos ouvindo. Esse trecho trata dos ímpios, pois, se fosse escrito direto para os que se preparam para a segunda vinda, em lugar de “repentina destruição” Paulo escreveria algo como “eis que Ele logo vem.” Estamos, portanto, num tempo de urgência, de preparo para a segunda vinda.

Quando viajo, minha esposa é que prepara a mala. Faz isso com muito carinho. Para ela parece ser um privilégio. Geralmente prepara a mala no dia anterior da viagem, para não esquecer nada. Só descubro o que ela colocou ali quando abro no destino para onde viajei. Está tudo super arrumado, e por mais que me esforce, na volta não fica tão bem arrumado. Mas serve de ilustração. Para as viagens sempre sabemos o dia e a hora, mas para a segunda vinda não sabemos. Se não soubesse o momento exato para as viagens, certamente deveria ter a mala pronta o tempo todo. Pois, por exemplo, poderia vir um telefonema dizendo que em meia hora alguém passaria em casa para determinada viagem. Sendo assim, tudo deveria estar pronto o tempo todo.

Nós, que não sabemos o dia e a hora da vinda do Salvador, devemos estar preparados o tempo todo. Podemos ser atingidos por uma bala perdida, ou sofrer algum mal súbito, e sem ter tempo nem de pensar, morrer num instante. Sem tempo para fazer preparos de última hora, devemos estar sempre preparados. É certo, por exemplo, que JESUS não volta nesse ano de 2012, pois nem ainda saiu o decreto dominical, e depois dele ainda tem um tempo de pregação do Alto Clamor e depois as pragas, que talvez durem um ano. Sendo assim, o senso de urgência parece desvanecer, e vai-se deixando o preparo para depois. Mas a nossa vida é tão frágil que podemos ser surpreendidos por algum fato, e perder tudo. Portanto, devemos viver como se a volta de JESUS ainda demorasse, mas também como se viéssemos a perder a vida de um momento para outro. Se a volta de JESUS ainda pode demorar um pouco mais que um ano, ou sabe-se lá quanto tempo, o que pode acontecer a qualquer momento é a perda da nossa vida.

A rigor, uma coisa é certa, pelos sinais sabemos que a volta de JESUS está próxima. Mas ainda falta vir o decreto dominical, a perseguição, o forte derramamento da chuva serôdia, o alto clamor, as pragas, e nelas, na sétima praga, o anúncio do dia e da hora da segunda vinda, e então vem o fim.

Atenção: para nós adventistas, a palavra fim não tem o melhor significado e nem é o nosso foco. Na verdade, nós não desejamos tanto assim o fim, desejamos o início de um novo sistema de vida, que é perfeito e eterno. Não é no fim do mundo que enfatizamos, e sim, na segunda vinda e o que ela representa, pois nós somos “adventistas” não “finalistas”.

 

  1. 1.      Primeiro dia: Os dois lados do juízo

A justiça na Terra geralmente tem uma conotação de vingança, ou seja, de punição. Mas nem sempre é assim. Há prisões em que os apenados podem ter uma nova oportunidade de, trabalhando, aprender uma profissão. Quando saem, já estão prontos para uma atividade econômica lícita. Mas em geral, no Brasil, as prisões são locais de onde saem piores do que entraram. A sociedade geralmente apenas quer se ver livre dos maus elementos, mas não se preocupa muito em restabelecê-los.

Isso nos ensina alguma coisa importante. Na igreja, há muitos membros que estão de saída, outros já saíram. Eles precisam ser recuperados, pelo menos deve haver esforço com essa finalidade. Já foram pessoas separadas do mundo, e estão retornando para a perdição.

Na justiça de DEUS há sempre os dois lados: o da punição, e em contrapartida, o da oportunidade. Para DEUS, só punição não é justiça perfeita, pois no reino do amor, esse conceito não pode ser aceito sem uma nova oportunidade. Quem ama sempre quer resolver as coisas pela melhor maneira, e certamente simplesmente punir não é a melhor forma. Por outro lado, simplesmente dar nova oportunidade, sem punição, também não é uma excelência em demonstração de amor, pois essa pessoa amada não se preocupará em esforçar-se pela recuperação. Ela não terá interesse, pois seus atos maus não lhe trouxeram consequências negativas. Portanto, a lógica do amor é um juízo que traga punição mas que também ofereça oportunidade.

De modo geral, a punição do pecado é a morte, mas, em contrapartida, a oportunidade do pecador é se arrepender e receber a vida eterna de volta. Assim, já nesta vida, quem vive de acordo com os princípios divinos, aqui mesmo colhe alguns dos benefícios da oportunidade, embora deva conviver com aspectos da punição. Aqui ficamos doentes, mas aqui também podemos, ao mesmo tempo, ser o povo mais saudável do mundo. Aqui morremos, mas, ao mesmo tempo, podemos ter a esperança da vida eterna. Aqui temos que enfrentar sofrimentos, mas, ao mesmo tempo, podemos ser mais felizes que as pessoas sem esperança e sem a orientação bíblica de uma vida superior.

Portanto, se os gentios de hoje vivem em determinada situação, nós devemos viver melhor que eles. Isso significa sermos mais saudáveis, ter esperança verdadeira. E as limitações que temos em relação a eles, como a de trilhar o caminho estreito, deve ser algo tão bom e positivo que essa estreiteza seja para nós proteção contra consequências negativas que os do mundo devem sofrer, não nós.

 

  1. 2.      Segunda: Repentina e inesperada (I Tess. 5:1-3)

O fim, para os ímpios, será repentino, sem mais tempo para preparo. Assim foi para os antediluvianos, para os de Sodoma e Gomorra, para os de Jerusalém no cerco e destruição da cidade e do templo. Em todos esses casos houve oportunidade até certo momento, e então veio a destruição. Os ímpios terão se tornado tão rebeldes que, mesmo dando ainda um tempo a eles, não se arrependeriam, pelo contrário, se endureceriam ainda mais contra DEUS. Mais tempo que se lhes dê, assim como o faraó diante das pragas, mais se enfurecem contra o povo de DEUS, ficando pior para eles mesmos.

O fim para os mornos (ou joio) da igreja também não lhes dará tempo para preparo. Sim, porque se acostumaram com os atrativos do mundo que são inconvenientes para cidadãos celestes, que não largarão esses atrativos, mesmo permanecendo aberta a porta da graça por mais tempo que o recomendado. Aliás, vindo o decreto dominical, eles passarão a odiar os seus irmãos que permanecem firmes ao lado da verdade, e não cedem em nada. Aqueles se converterão nos piores inimigos da igreja, do decreto dominical em diante. E quando virem a nuvem da segunda vinda, tal como os antediluvianos, clamarão desesperados diante do amargo sabor de sua ruína. Os ímpios perseguirão os seus falsos líderes religiosos, mas os ex-adventistas, que sabiam o suficiente para fazerem uma escolha acertada, contra quem reclamarão?

É importante saber que para o povo de DEUS, o tempo de preparo vai até antes do decreto dominical, pois com ele se inicia o Alto Clamor, e nesse tempo todos nós deveremos ser úteis ao máximo para a proclamação final do terceiro anjo e também do quarto, de Apoc. 18:4. Portanto, para nós, é hoje o tempo de preparo. Nisso o Pr. Ted Wilson tornou-se um grande exemplo positivo a seguir, pois para liderar o movimento de reforma e reavivamento, começou em sua casa.

A expressão “tempos e épocas” significa, como a lição ensina, fatos da maior importância que acontecerão em nosso planeta. São os fatos da solução de nosso grande problema do pecado. Acontecerão num tempo especial, em época determinada. Os fatos são: o dia do Senhor (refere-se à intervenção de DEUS nos negócios dos homens por meio de vários atos, desde na natureza, na sociedade como soltando os ventos, e na pregação em extremo poderosa pelo povo de DEUS); a segunda vinda; o fim da história do pecado; o dia do juízo, que inclui o milênio; a restauração da perfeição aqui na Terra, que sucede a extinção dos ímpios e de suas obras. Esses fatos e seus respectivos tempos fazem parte da agenda de DEUS, e nós não temos nenhum poder sobre eles. Portanto, antes deles se tornarem realidade, nós devemos nos preparar.

Um último e relevante motivo para o preparo é que, para cada um de nós, o tempo disponível pode se esgotar a qualquer momento. O fim vem como um ladrão. Ora, quando o ladrão já está dentro de casa, o que mais há para se fazer a fim de evitar que ele entre? Em nossos dias essa ilustração de JESUS é mais que real. Como existem hoje invasões de domicílios, sequestros, assaltos, seja nas casas, nos bancos, nos automóveis e na rua mesmo! Ou você está preparado para morrer a qualquer momento, ou corre grave risco de perder também a vida eterna, junto com a vida atual. As coisas no mundo correrão em aparente normalidade, até que, de um dia para outro, a cena se altera, sai o decreto dominical, e os fatos finais se sucedem em grande velocidade, tudo saindo da normalidade. Assim foi para os antediluvianos e para os de Sodoma e Gomorra. Mas o povo de DEUS tem as profecias para não ser pego de surpresa. Porém, profecia sem preparo é o mesmo que sem profecia.

 

  1. 3.      Terça: A vantagem do crente (I Tess 5:4 e 5)

Qual é o dia em que JESUS volta? Ninguém aqui sabe, nem o incrédulo nem o crente. Então, quais as vantagens de ser crente? Muitas, e elas são importantes. Vamos falar da vantagem do crente que se prepara, pois há aquele que não faz isso. Este, em certo tempo estará em situação pior que o ímpio. Vamos fazer uma lista de vantagens de ser crente sobre não ser:

a)      O verdadeiro crente está o tempo todo preparado. Se é certo que JESUS não vem nos próximos meses, pode, no entanto, acontecer de nós morrermos a qualquer momento. Se isso ocorrer, e se não estivermos preparados, os parentes podem orar e rezar milhares de horas que isto não muda em nada a situação de perdido. Portanto, feliz de quem morreu preparado; o futuro dele é maravilhoso.

b)      Estar o tempo todo preparado, em si, traz outra vantagem importante. Leva a um estilo de vida superior, melhor, sob o princípio do amor. Não estar preparado leva facilmente a cair nas tentações desse mundo, e a vida é apenas aparentemente boa.

c)      Vamos supor, radicalmente, que a promessa da segunda vinda seja uma mentira. Mesmo assim, crer nela é vantagem. Pois, como no item “b”, nesse caso embora não se salve, ainda assim, pelo menos nessa vida vive mais saudável e mais feliz. Ora, se é bom estar preparado, seria lógico algo bom ter um fim ilusório?

d)     Também devemos ter em mente que o crente sabe o que vem pela frente, e tem certezas, mas o ímpio vive de conjecturas que podem dar certo como podem falhar.

e)      Ser crente, caso haja sofrimento, é ter certeza de que um dia esse sofrimento será recompensado com maravilhas, e estas não serão temporárias, mas eternas.

f)       Outra vantagem por parte do crente é que ele aqui tem o privilégio de fazer muitos amigos, pessoas que salva, para tê-los como pessoas especiais durante a vida eterna.

g)      A grande vantagem do crente sobre o ímpio é o cumprimento da promessa da segunda vinda, e a vida que terá a partir de então.

Mas, afinal, qual é a explicação de DEUS para não nos ter dado a data da segunda vinda? Há pelo menos dois motivos gerais. O cristão, candidato à cidadania celeste, não deve ser oportunista, isto é, aproveitar o máximo do tempo fazendo o que é errado, e no último instante se arrepender. É evidente que corre grande risco de se perder, porque poderia morrer antes de se aproximar a data planejada do arrependimento. E os que viveram muito antes de nós buscariam se preparar um pouco antes da velhice. Ora, tal pensamento é compatível com o caráter que devemos formar para vivermos sempre? Pois, o que DEUS quer é que vivamos melhor aqui, que aproveitemos o máximo desta vida segundo os critérios divinos, ou seja, nesse caso aproveitar o máximo significa uma vida superior a tudo o que o mundo possa oferecer. Isso nos leva ao outro motivo: devemos sempre estar preparados. Ou seja, viver aqui mesmo uma amostra da atmosfera celeste para onde iremos. Isso em si também é uma grande vantagem.

Devemos viver segundo a luz, segundo as instruções bíblicas. Isso é andar na luz, e seguir essa luz é viver bem melhor que qualquer recomendação ou atrativo terrestre. Vamos a uma ilustração bem corriqueira. Lembra de algum artista famoso ou de uma celebridade? São tantos que chegam à fama segundo ao mundo, mas que morrem cedo, e muitas vezes, falidos. Eles têm que ingerir drogas para ao menos poderem dormir. Embora a fama e o assédio dos fãs, não tiveram paz, e muitos deles morreram de forma dramática. Isso foi o que o mundo lhes ofereceu: vida ilusória e morte sem a verdadeira honra. E eles aproveitaram esta vida, segundo os critérios do mundo. Nós, no entanto, aproveitamos esta vida e a que DEUS promete para a eternidade. Sim, porque aproveitar a vida é viver segundo os princípios que DEUS nos deu, não segundo os mundo, de Lúcifer, que ele sedutoramente propõe.

 

 

 

  1. 4.      Quarta: Vigilância constante (I Tess 5:6-8)

Paulo resolveu ilustrar a importância de estarmos preparados o tempo todo. Usou a ilustração do bêbado, que dorme de dia e faz farra de noite. Ou seja, há momentos em que não está pronto para reagir a algum perigo, ou mesmo para trabalhar produtivamente. O cristão sóbrio sempre está vigilante. Nesse ponto, Paulo comparou ao sistema de guarda das cidades antigas. Por revezamento sempre havia vigilância, 24 horas por dia, 7 dias da semana. É verdade, havia revezamento, mas sempre alguém estava cuidando da cidade a fim de protegê-la. Assim nós devemos ser. Isso não quer dizer que não devamos dormir, mas que devemos estar preparados o tempo todo. E estar preparados é estar prontos para não sermos pegos de surpresa quando JESUS voltar ou se a morte vier antes disso. Vamos supor que uma pessoa tenha todos os seus pecados perdoados, mas, em certo momento, cometeu um pequeno deslize, como dizemos. Isto é pecado, e a consequência, se não pedir perdão, é a morte eterna. Então digamos que essa pessoa caia da escada, bata a cabeça, e tem morte instantânea. Ela perdeu a vida eterna, por causa de um pecado. Não foi vigilante o tempo todo, pois o ótimo é não pecar, mas bom é pedir perdão caso pecarmos. Ninguém entrará na Nova Terra sem ser em tudo perdoado. Nisso devemos vigiar. Para entender essas coisas é importante estudar sobre o ritual do santuário.

Mas há outras coisas pelas quais vigiar, além de cuidarmos de nossos atos e de pedirmos perdão. Por exemplo, devemos estar atentos aos que estão ao nosso redor, para ver se algum deles está aberto para receber uma mensagem de esperança. Isso não quer dizer que devemos logo propor um estudo bíblico, mas que devemos dar um testemunho positivo o tempo todo, demonstrar quem somos, e porque agimos assim. Dias atrás um ancião de igreja postou no facebook imagens de mulheres praticamente sem roupas. Que testemunho é esse? O de um bêbado espiritual, que não se flagra sobre o que é certo e o que é errado. Não consegue distinguir, não vê direito. A embriaguez a que Paulo se refere é esta: a incapacidade de distinguir o que pertence ao mundo e do que devemos nos separar, e a que nos devemos apegar.

 

  1. 5.      Quinta: Encorajar uns aos outros (I Tess 5:9-11)

Nós somos da luz. Este planeta é das trevas. As pessoas aqui amam a noite, especialmente nos finais de semana. É quando fazem festas com bebidas alcoólicas e muito barulho, sem falar em drogas. Desgastam-se quando deveriam descansar, então a segunda-feira se torna o pior dia da semana, pois, cansados, devem voltar ao trabalho. Se não fosse a necessidade de trabalhar, certamente festejariam até caírem mortos.

Nós, os que aguardamos a volta de JESUS, vivemos de modo diferente. Trabalhamos de dia e dormimos de noite, exceção daqueles que por motivos profissionais trabalham de noite ou fazem plantões, que se justifica por razões de necessidade. Mesmo assim, não é o melhor para a saúde. Nós devemos sempre estar vigilantes, isto quer dizer, atentos para possíveis armadilhas do inimigo. Por isso, como Paulo diz, se estivermos acordados, portanto de dia, ou se estivermos dormindo, estejamos sempre unidos a CRISTO. Por meio desse procedimento estaremos em situação de proteção. Ele nos alertará quando se aproximar o perigo.

Vivendo assim, escaparemos da ‘ira de DEUS’. A ira de DEUS é Seu conjunto de atos de aplicação da Lei de DEUS sobre os desobedientes, que mesmo tendo conhecimento para distinguir o certo do errado, de modo rebelde decidiram pelo caminho do mal. Portanto, a ira de DEUS é uma colheita do que os ímpios mesmos semearam. Nada mais justo. Por exemplo, na semana passada soube pela televisão de um crime brutal: um padrasto que matou seu enteado de poucos anos batendo nele. Quebrou até o crânio da criança. A ira de DEUS aguarda esse homem, vai colher um sofrimento antes da morte eterna que ele nem faz ideia. Pode arrepender-se, e que bom se o fizer, pode alcançar a vida eterna. Se ele se arrepender, poderá demonstrar o poder de DEUS testemunhando uma poderosa transformação em alguém de quem já não se espera mais nada de positivo. Mesmo que se arrependa diante de DEUS, deve permanecer preso conforme a lei. Afinal, ele tirou a vida de uma criança inocente, tirou a oportunidade dessa criança um dia vir a conhecer a verdade e viver para sempre. Mas se ele se arrepender, vai se tornar amigo dos parentes da criança que também por ventura se salvarem, e na eternidade todos viverão em harmonia.

A ira de DEUS é contra o pecado, e no final, quando se fecha a porta da graça, contra todos aqueles que, mesmo diante da luz do Alto Clamor resistirem a aceitar essas luz para uma vida superior. Aqui cada um colhe o que semeia, ou colhe amor para a eternidade, ou ira para sua eliminação no fogo do inferno. O bonito disso, antes que nos desesperemos, é que todos nós fomos predestinados a não sofrer essa ira. Pela morte de JESUS, que foi por todos, podemos ser perdoados, se quisermos. O que JESUS quer, que DEUS também quer, é que todos escapem da ira de DEUS, que cairá sobre o demônio e seus anjos, pois causaram ruína nesse planeta. É assim que se entende a tal predestinação para a vida. No entanto, se algum de nós preferir morrer, essa decisão será respeitada por DEUS, e essa pessoa experimentará a Sua ira.

 

  1. 6.      Aplicação do estudo Sexta-feira, dia da preparação para o santo sábado:

Estamos vivendo os últimos anos nessa Terra. Quanto tempo ainda temos que sofrer aqui? Não sabemos, pois o dia e a hora ainda não foram anunciados. Mas pelos sinais sabemos que teremos pouco tempo. Podemos afirmar que são poucos anos. O que ainda temos pela frente, em grandes eventos são apenas: aumento do anúncio da segunda vinda de CRISTO; decreto dominical e respectiva perseguição; forte sacudidura, alto clamor e saída do povo de DEUS de Babilônia; fechamento da porta da graça e as pragas. Há outros eventos ainda pela frente, mas esses são essenciais. E eles serão rápidos. O alto clamor, que é a terminação da pregação do evangelho de CRISTO ao mundo todo, é uma atividade gigantesca, mas com o poder do ESPÍRITO SANTO será rápida e eficaz. Portanto, uma coisa é hoje extremamente importante: vigiar, ou, estar preparado o tempo todo. “Se formos chamados a sofrer por amor de Cristo, seremos capazes de ir para a prisão confiando nEle como uma criancinha confia em seus pais. Agora é o tempo de cultivar fé em Deus” (Eventos Finais, 149).

Na realidade, o adventista do sétimo dia deve preparar-se bem antes do decreto dominical, pois quando ele for emitido, a perseguição se desencadeia, e aí fica bem difícil se preparar. Quando vier esse decreto, mais provável para o adventista que não estiver preparado é ele abandonar a igreja. “Ao aproximar-se a tempestade, uma classe numerosa que tem professado fé na mensagem do terceiro anjo, mas não tem sido santificada pela obediência à verdade, abandona a sua posição, passando para as fileiras do adversário” (O Grande Conflito, 608). Entenda-se por não estar preparado ainda o permanecer ligado ao mundo, naquilo que não é adequado quando tem o conhecimento do que deveria fazer. Pois então se pergunta: como alguém que não abandonou o mundanismo em tempos favoráveis irá fazer isso, de um momento para outro, e ainda buscar o conhecimento de DEUS? As amarras com o mundo criarão tal dificuldade que é mais provável que ela capitule. Nunca esquecer que os demônios estarão bem ativos nesses dias contra essas pessoas. “Quando a lei de Deus for anulada, a Sua igreja será peneirada por provas terríveis, e uma proporção maior do que agora podemos prever, dará ouvidos a espíritos enganadores e doutrinas de demônios.” Mensagens Escolhidas, vol. 2, 368.

Fiquemos sossegados. Tudo o que acontecer contra nós terá algum proveito. “Ele não permite que aflição humana alguma sobrevenha à igreja senão unicamente a que é necessária para sua purificação, seu bem presente e eterno. Purificará Sua igreja assim como purificou o templo no princípio e no fim de Seu ministério na Terra. Tudo que Ele traz sobre a igreja em forma de provações e aflições, fá-lo para que Seu povo adquira mais profunda piedade e mais força para levar a todas as partes do mundo as vitórias da cruz” (Testemunhos Seletos 3, p. 391 e 392 e Eventos Finais, 153 e 154).

Portanto, se há algo que devemos fazer nesse momento, e que nos será útil em futuro próximo, é o preparo para a crise final.

 

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escrito entre  18  e 24/07/2012

revisado em  25/07/2012

corrigido por Jair Bezerra

 

 

Declaração do professor Sikberto R. Marks

O Prof. Sikberto Renaldo Marks orienta-se pelos princípios denominacionais da Igreja Adventista do Sétimo Dia e suas instituições oficiais, crê na condução por parte de CRISTO como o comandante superior da igreja e de Seus servos aqui na Terra. Discorda de todas as publicações, pela internet ou por outros meios, que denigrem a imagem da igreja da Bíblia e em nada contribuem para que pessoas sejam estimuladas ao caminho da salvação. O professor ratifica a sua fé na integralidade da Bíblia como a Palavra de DEUS, e no Espírito de Profecia como um conjunto de orientações seguras à compreensão da vontade de DEUS apresentada por elas. E aceita também a superioridade da Bíblia como a verdade de DEUS e texto acima de todos os demais escritos sobre assuntos religiosos. Entende que há servos sinceros e fiéis de DEUS em todas as igrejas que no final dos tempos se reunirão em um só povo e serão salvos por JESUS em Sua segunda vinda a este mundo.

 

 

 

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